terça-feira, 13 de novembro de 2012

Saudade de Chumbo


Um ano se passou, as pernas já não doem tanto... mas ainda doem. A costela quebrada está se recuperando, mas ás vezes ainda falta ar. Desde que você partiu, dançar tem se tornado uma luta diária e constante. Mas apesar disso, meus passos agora são mais lentos e carregam a leveza de quem necessita tirar os pés do chão, de quem almeja alcançar as estrelas. Tenho ensaiado uma nova dança. Uma dança onde só tem eu. Eu e esse sopro que me faz dançar. 

Hoje não tenho mais a nossa dança, hoje não tenho mais você chumbo.

Bailarina.

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