quinta-feira, 29 de novembro de 2012

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                                 Ele riu.
               Ela amou.
                                          Rimou.


Tema do Desafio: O amor começa numa metáfora 

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

O EU e o OUTRO



Estava pensando muito sobre isso e ao assistir o filme "Sonata de Outono" na Universidade em um cine -debate confirmou meu pensamento: O quanto dependemos do outro para ser quem somos. Isso é maravilhoso e ao mesmo tempo perverso. Maravilhoso porque recebemos influencias positivas sobre nós e perverso porque da mesma forma o outro pode destruir o eu de alguém. Em parte o outro é responsável pelo eu e o eu é responsável pelo outro. Quantas palavras ditas podem ferir a alma? Quantos gestos impensados podem causar traumas praticamente irreparáveis. Um professor meu disse que "a nossa liberdade muitas vezes fere a liberdade do outro". Quantas vezes isso acontece sem percebermos?  (...)
Até que ponto minhas escolhas me definem? Ou as escolhas que os outros fazem acabam por me definir. 
Eu sou partes dos outros, marcas que deixaram sobre mim. Os outros são partes de mim.


segunda-feira, 19 de novembro de 2012

As melhores coisas chegam de repente?


Bem, eu acreditava que não. Talvez eu tenha confundido os termos. De repente não quer dizer depressa quer dizer de forma inesperada. Inesperadamente como o nosso primeiro beijo: não tínhamos planejado nada e simplesmente aconteceu. Se tivesse sido premeditado não seria tão bonito. De repente, como a primeira vez que andamos de mãos dadas assumindo para todos o nosso romance, meio de verão, meio de estação, meio sem noção...
Porque não estava em meus planos eu me apaixonar por você, nem trilharmos um caminho juntos. mas aconteceu de repente, como um raio de sol que entrou pela janela depois de uma longa tempestade.

De repente aconteceu.
De repente, você e eu.


sábado, 17 de novembro de 2012

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"Vivo com um a eterna saudade de quem foi e só deixou a vontade."

terça-feira, 13 de novembro de 2012

Saudade de Chumbo


Um ano se passou, as pernas já não doem tanto... mas ainda doem. A costela quebrada está se recuperando, mas ás vezes ainda falta ar. Desde que você partiu, dançar tem se tornado uma luta diária e constante. Mas apesar disso, meus passos agora são mais lentos e carregam a leveza de quem necessita tirar os pés do chão, de quem almeja alcançar as estrelas. Tenho ensaiado uma nova dança. Uma dança onde só tem eu. Eu e esse sopro que me faz dançar. 

Hoje não tenho mais a nossa dança, hoje não tenho mais você chumbo.

Bailarina.

sábado, 3 de novembro de 2012

O outro lado.


E hoje lembrei do outro lado da história.
O lado não tão bonito.
O lado não tão romântico. 
O lado que, por mais que eu feche os olhos para não enxergar...
Não deixou de existir.