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19 de julho de 2014

O que aprendi morando sozinha...


Uma das minhas metas no início desse ano era mudar de cidade, bem isso aconteceu e agora que vou ter mais tempo vou contar aos poucos como é morar sozinha em outra cidade. Para iniciar esse marcador: Home sweet home, vou falar um pouco do que aprendi logo no início...
 
  1. Comida estraga rápido.


Tem que ter uma noção de quanto vai comprar. Não comprar frutas, verduras e temperos em quantidade eles estragam rápido, principalmente tomates. Comprar por semana ou até duas vezes por semana é melhor.

 

  1. É difícil encontrar uma casa.

 
Estou morando de aluguel e a coisa mais difícil foi encontrar uma casa que eu gostasse e coubesse no meu orçamento. Até por se tratar de uma cidade do interior as estruturas das casas são diferentes. É raro encontrar casa de andares tipo apartamentos. Mas depois da procura encontrei uma ao meu gosto.

 

  1. Tem muitas coisas as se fazer em uma casa.

 Minha tarefa na minha antiga casa (de meus pais) se resumia em arrumar o meu quarto. Hoje vejo quanta coisa tem que se fazer em uma casa e, querendo ou não tem que fazer...caso contrário só vai acumular.

 

  1. É preciso anotar os gastos.


Não é questão de ser canguinha não, é planejamento mesmo. Aluguel, água, luz , celular etc. Tudo tem que ir para a ponta do papel para ter um controle mensal. Não correr  risco de faltar no meio do mês.

2 de julho de 2014

Escrever dói.

Escrever muitas vezes é um processo doloroso.
Dói não achar as palavras certas.
Dói ter que se desconstruir, tentando se reconstruir para enfim construir o texto.
Dói ver que o que você escreveu não é exatamente aquilo que queria expressar.
Porque o texto é um tecido de palavras emaranhadas entre si, costuradas pela linha dos pensamentos.
E pensamentos muitas vezes são desconexos.


P.S- texto sobre a escrita do TCC

26 de junho de 2014

TAG- Nacionais na minha estante

Imagem: We heart it
Vi essa TAG - no blog Arqleitura- e na busca por responder as questões acabei descobrindo que quase não leio autores nacionais e que os poucos que eu li, a maioria foi na vida escolar (hello adolescência) - preciso mudar isso URGENTE!. Bem vamos lá responder as questões:


1º Indique três livros nacionais que você tenha lido, gostado e que esteja na sua estante.

O largo da Palma- Adonias Filho- Da última vez que pesquisei ele estava fora de estoque. O livro narra várias histórias que acontecem em Salvador. De todas a minha preferida é a moça dos pãezinhos de queijo. Gosto da forma que o autor escreve, prende a atenção a minha única crítica é que traz uma visão estereotipada da Bahia sobre prostituição e outras questões. Mas gostei tanto do livro que o reli 5 anos depois de o ter lido pela primeira vez.

Dom casmurro- Machado de Assis: Um clássico que muita gente já leu (vestibular). Apesar de toda a polêmica que envolve Capitú: traiu ou não traiu? O livro termina com o suspense. A história é boa, a única coisa chata (para mim) é a dificuldade de entender as palavras- geralmente eu lia com um dicionário ao lado- visto o contexto histórico em que foi escrito.

O código da Inteligência - Augusto Cury: Autoajuda, mas trás alguns conceitos de psicologia e outra áreas. Gostei do livro e vou confessar que tenho uma coleção de Augusto Cury mas com o tempo fui percebendo que as temáticas dos livros eram geralmente as mesmas. E mudei de autores.


2º Indique um ou três livros nacionais que tenha na sua estante e que você ainda não leu.

O cortiço- Aluísio de Azevedo - Pretendo ler nos próximos meses.


3º Indique um ou três livros nacionais que não tenha na sua estante e que gostaria de ter. 

A hora da Estrela- Claríce Lispector- assisti uma peça sobre esse livro no Ensino Médio. Ainda não o li e quero muito ler.

O amor chegou tarde em minha vida- Ana Paula Padrão- Li a Sinopse e me interessei pelo livro. Traz uma reflexão sobre a mulher no atual contexto da sociedade brasileira.

22 de junho de 2014

Sonho


Quando você abre mão de um sonho outra pessoa o agarra em seu lugar.

18 de junho de 2014

A garota na escada

Eu vi uma garota sentada na escada.
Cabisbaixa, mão direita sob o queixo e os seus olhos pareciam não estar fitando lugar algum.
A garota parecia estar desanimada, desistente, solitária.
Tive vontade de chegar até ela e dizer: sorria menina, amanhã pode ser melhor que hoje.
Mas não pude, o ônibus seguiu o roteiro e a garota continuou na escada...
Triste, parada, inerte à vida que passa.
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